quinta-feira, 20 de março de 2008

Maldita coincidência!


Era uma noite escura, passava da meia-noite, e para a sorte dele, era lua nova. Remus esperou o ônibus se aproximar, e como já tinha pego ônibus antes, sabia o que devia fazer. Subiu pela porta traseira e notou que havia apenas uma passageira, que estava sentada nos últimos bancos, antes da roleta. Ela tinha cabelos negros presos em um penteado de uma forma que deixava boa parte dele solto pelas costas. Conhecia muito bem aqueles cabelos.Bellatrix olhava a rua concentrada, como se estivesse em transe e nem percebeu a aproximação do Lobisomem.
- Bellatrix? – Disse ele sentando-se ao lado dela
- O que? Ah não...Você? – Disse ela olhando-o de cima a baixo, sem se preocupar em esconder a surpresa que tivera.
- Pois é... Acho que a coincidência quer de brincar com a gente - Disse Lupin num tom descontraído, sem se importar em dividir o ascento com uma de suas piores inimigas.
Bellatrix sorriu. E foi a primeira vez que ele a viu sorrir de uma forma que não era sarcástica. Não era como o sorriso que ela deu como quando se encontraram tantas outras vezes. Não, dessa vez era um sorriso sincero, de alguém que realmente queria sorrir.Ela voltou a encarar a rua.
-Achei que comensais não gostassem dessas parafernálias trouxas... Disse Lupin.
- Voldemort tinha me dado um carro para ir as reuniões.- Disse ela séria – Mas o problema é que os trouxas colocam postes demais nas ruas!-Disse ela, agora um pouco com raiva ainda a olhar pela janela do ônibus.
Lupin riu. Bellatrix lhe deu um olhar gelado, quase desafiador. Ele decidiu que era melhor parar de rir.
- Mas...Por que você simplesmente não o concertou?
- Digamos que noite passada eu e Rodolphus tomamos muita cerveja amanteigada e aí eu confundi a minha varinha com um duende que tocava uma musica insuportável com uma gaita e acabei quebrando a varinha.- Disse ela séria, ainda encarando as árvores que passavam.
- E você quebrou a varinha tentando matar o Duende?
- Que tipo de criatura maléfica você acha que eu sou Remus?- Disse ela sacudindo a cabeça – Fui tentar arrancar a gaita da mão dele, e acabei quebrando a varinha... Disse ela séria voltando a encarar as casas e arvores que passavam pela janela.
- Ah... Isso então quer dizer que Bellatrix Lestrange está desarmada?- Disse ele sacando sua varinha, virando seu corpo na direção de Bellatrix e olhando-a nos olhos.
Ela virou o corpo e o encarou também. Era a primeira vez que ele via medo nos olhos de Bellatrix. (Ta, tudo bem, não era bem um meeeeedo. Talvez um receio. Talvez uma duvida.).Neste momento o ônibus fez uma curva fechada, fazendo com que Bellatrix encostasse a cabeça contra a janela e jogando o corpo de Remus Lupin para cima dela. Eles continuavam a se encarar. Foi quando seus lábios se tocaram. Um beijo tímido, apenas um selinho, um leve toque nos lábios, mas que fez Bellatrix fechar os olhos.Remus já nem sabia mais o que sentia ou o que estava acontecendo. Na verdade ele sabia e tinha muita noção disso, mas não queria admitir. Bella não gostou nenhum pouco. Não gostou nenhum pouco de ter gostado disso. E como num estalo, quando o ônibus parou numa sinaleira, ela voltou à realidade e num solavanco empurrou Lupim para longe dela e tomou a varinha de sua mão, apontando-a para o peito do Lobisomem.O motorista notou a movimentação no fundo do ônibus e os observou pelo espelho. Mas notou que eles estavam brigando por algo que mais tarde ele nomeou como ‘graveto’. “Esse povo ta ficando maluco!” Pensou ele e voltou a se concentrar no transito.
- Como ousa seu infeliz??-Disse ela furiosa - Não tem medo da morte?? Esqueceu que eu sou uma comensal??
- Você está certa.- Falou ele sério, encanrando-a. Pegou a sua varinha das mãos de Bellatrix, guardou-a no bolso do seu casaco, deu o sinal para descer e passou pela roleta.
- Lupin!
Ele se virou e viu Bellatrix um pouco atrapalhada na roleta. Segurou o riso.
-Eu desço aqui também. - Disse ela com aquele jeito sério, frio e prepotente que só a Bellatrix tem.O ônibus parou e Lupin entregou o dinheiro da passagem para o motorista.
- O que esta fazendo??? Perguntou Bellatrix com um grande ponto de interrogação na face.
-Pagando a passagem ué.
Bellatrix apenas fez uma cara de espanto e não falou nada.
-Não me diga que você...Disse Lupin sorrindo. Sacudiu a cabeça e falou para o motorista ainda com um sorriso e olhando para bellatrix que continuava séria.“Desconte mais uma passagem”.Desceram do ônibus e seguiram em frente pela rua escura.
-Se não sou eu, você ia parar no final da linha e teria que dar uma boa explicação para a companhia do Ônibus...
Ela não disse nada. Caminhava com os braços cruzados olhando para o outro lado, emburrada como uma criança mimada.
-Vamos, eu te acompanho até o seu apartamento. Não é nada seguro para uma grande comensal da morte tão poderosa que não sabe diferenciar uma varinha de um Duende que toca gaita andar sozinha e sem varinha numa rua escura como essa. –Disse Lupin num tom de brincadeira.
-Escute aqui – disse ela parando na frente dele, colocando uma das mãos na cintura e apontando um dedo no nariz dele – Eu NÃO preciso que um Lobisomem idiota que acha que é importante porque sabe andar num ônibus nojento infestado por trouxas pra me proteger! Eu sei me defender muito bem! – Disse Bellatrix num tom quase ‘adolescente rebelde’.
Nesse momento os dois voltaram a se olhar diretamente nos olhos. Sentiram que ia começar tudo de novo. Lupin passou uma de suas mão pela cintura de Bellatrix e sentiu o corpo da comensal tremer ao seu toque. Puxou-a para junto de si e deu-a um beijo de leve no canto da boca. Bellatrix sentiu queimar aonde ele beijara e fechou levemente os olhos. Passou a outra mão pela cintura dela e agora Bellatrix passava seu braço ao redor do pescoço de Remo.
- Bella...Você mal sabe se defender dos seus instintos...
- Talvez seja porque eu não queira me defender, Remus. Disse ela quase num sussurro, com os lábios a menos de um centímetro da boca de Lupin.
Beijaram-se. Um beijo desesperado em que as bocas buscavam-se insaciavelmente. Sentiram como se flutuassem, como se o grande abismo que sempre os separavam jamais tivesse existido. É certo que Remus esperasse que Bellatrix pegasse a varinha dele do seu bolso e apontasse contra ele mais uma vez. No entanto, ela o surpreendeu de novo: Ela realmente pegou a varinha dele, mas não se viu fleches de luz verde nem nada... Ela apenas desaparatou.
“Maldita Bellatrix!” - Pensou ele, dando um sorriso e continuando seu caminho.
O reencontro
Um raio de sol entrava pela janela, batendo diretamente nos olhos de Bellatrix. Virou o rosto para o lado. Acordara um pouco atordoada sem saber direito se o que acontera na noite passada foi um sonho ou era verdade. Tateou embaixo do travesseiro e encontrou, junto com o livro de magia negra que costumava ler antes de dormir, a varinha de Remus Lupin. Sorriu abrindo levemente os olhos. Um problema estava resolvido: Conseguira uma varinha e poderia continuar lutando na guerra e não precisaria se esconder. Mas o que a incomodava agora era o ‘outro problema’ que estava plantado na porta do quarto pronto para fazer chover perguntas. Na noite passada chegou um pouco tarde em casa e, por sorte encontrara Rodolphus dormindo. Mas agora seria impossível para ela fugir do interrogatório.
- A onde esteve ontem a noite que chegaste atrasada, Senhora Lestrange?- Perguntou Rodolphus.
- Vai começar essa hora da manhã? – Perguntou Bellatrix olhando para o marido e em seguida virando para o lado.
- Nem tente mudar o assunto. – Disse ele sério, caminhando em direção a cama cruzando os braços.
- Ah Rodolphus, meu carro estragou e eu tive que voltar de Ônibus pra casa...
- Você andando de Ônibus?? Háháhá! Não acredito que perdi essa...Mas continue a história. Parece bem interessante! - Disse ele, jogando-se na cama e sentando-se ao lado da esposa.
Bella olhou pra ele com desprezo.
-Sim ‘dolphinho’. – Disse ela passando um dedo no rosto do marido.(ele odiava quando era chamado assim. Lembrava de sua infância quando sua mãe insistia em chamá-lo assim na frente dos seus amigos.) E aproveitei a oportunidade para conseguir uma varinha... – Disse ela puxando a varinha de Remus Lupin de baixo do travesseiro.
- Uma varinha? Mas de quem você... Como você conseguiu?
- De Remus Lupin, meu bem. – Disse ela fitando a varinha e deu um de seus sorrisos sarcásticos olhando para o rosto surpreso de Lestrange. - Digamos que em um momento em que estávamos ‘bem próximos’, consegui pegar a varinha do bolso dele e desaparatar.
Rodolphus olhou-a intrigado. Pensou em perguntar o que ela quis dizer com “bem próximos”, mas não quis deixar que ela percebesse que ele estava com uma ponta de ciúmes. E ainda mais ciúmes de Remus Lupin, o lobisomem.
- O Elfo já fez o café, se estiver com fome. Vou sair para me encontrar com Lucius e Rebastan. O mestre ficará feliz em saber que arrumou uma varinha. – Disse ele, dando um beijo na testa da esposa, levantou-se pegou o seu casaco que estava num cabide e saiu porta fora.
Bella virou de lado na cama. Olhava para a Janela agora lembrando do sonho que tivera: Entrava numa rua escura e encontrava o mesmo duende que ela confundiu com a sua varinha, então ele começava a tocar uma musica insuportavelmente apaixonada e se transformava em Remus Lupin, a beijava e os dois iam parar dentro de um ônibus.
Olhou o relógio na cabeceira e viu que passava das 9:00hrs. Decidiu, contra a sua vontade, levantar e ir até o banheiro tomar um banho. Aproveitou que agora tinha uma nova varinha e a usou para ligar aquele maldito chuveiro trouxa que sempre a dava choque. Quando voltou pro quarto enrolada numa toalha, encontrou Rodolphus Lestrange deitado na sua cama, lendo o livro que ela guardava em baixo do travesseiro. Fingiu que não o viu, afinal ele tinha marcado um encontro com aqueles patéticos pseudocomensais e não a tinha convidado. É certo que ficariam horas conversando em meio a fumaças fedorentas de charuto sobre como começar o ataque, o que pra ela era inútil. Afinal, nunca se sabe como o inimigo vai agir (é... realmente não se sabe). Estava pensando em um motivo para ele ter voltado TÃO cedo, mas nada vinha a sua cabeça além de ele ter lembrado de mais algumas perguntas para lhe encher o saco, já que ele não era feliz enquanto não tentava, em vão, óbvio, controlá-la. Foi se vestir, largando a varinha de Remus em cima da cômoda, ao lado do armário. Tinha apenas largado a toalha e estava procurando suas roupas quando ouviu ‘aquela’ voz inconfundível.
- Não sabia que gostava de ler. – Disse ele tirando o livro da frente do seu rosto e olhando a figura de Bellatrix nua, enfrente ao ropeiro.
- AHHH! QUE DIABOS ESTÁ FAZENDO AQUI???? – bradou Bellatrix, juntando a toalha e cobrindo-se novamente.
Ela se enganara. E se enganara MUITO feio. Não era Lestrange, e sim Lupin que se encontrava no SEU quarto, deitado na SUA cama, escorado no SEU travesseiro e lendo o SEU livro.
- Ei, por Mérlin! Não queria te assustar. Mas se eu dissesse que viria, você provavelmente daria um jeito de fugir com a minha varinha de novo...
Bella lembrou-se que agora estava armada. Pegou a varinha dele e apontou pra ele. Isso já tinha virado costume...
- SUMA DAQUI AGORA! – Disse gritando com todas suas forças
Ouviu o elfo vindo e, com um balanço da varinha trancou a porta.
- Como vou sair se você trancou a porta, Bellatrix?
- Do mesmo jeito que entrou, Remus!- E por onde acha que eu entrei? – Perguntou Remus. – Ainda não consigo atravessar paredes como fantasmas.
- Mas vai virar um deles se não desaparatar daqui a meio segundo!
- Bella, eu vim porque... – Dizia ele, mas foi impedido por Bellatrix.
-AVADA KEDAVRA! – Disse ela, em um grito estridente, nervoso e com a voz tremula. Uma luz verde saiu da varinha e indo na direção de Lupin.
Ele jogou-se para o lado, desviando do feitiço que passou a uma polegada dele.
- Eu não acredito que aquele duende de jardim estúpido te deixou entrar sem a MINHA autorização! É bom ele se considerar um elfo MORTO! – Falou indignada. - E Lupin, continue embaixo da cama até eu me vestir, ou dessa vez NÃO esitarei em ver a luz deixando seus olhos. – Disse ela, com uma voz quase maliciosa.
Remus resolveu obedecer, não tentaria mais provocar a comensal, já que esteve a dois centímetros e meio de perder a vida. Começou a se perguntar se não tinha sido uma péssima idéia ter ido até lá. Mas ele precisava da varinha de volta. Sabia que sua varinha nas mãos daquela psicopata era uma calamidade. Tivera a prova disso há alguns segundos atrás. Teria que desarmá-la de qualquer maneira.
- Se importa de fechar aqui pra mim, Lupin. – Disse ela indo na direção do lobisomem que se encontrava deitado no chão, de olhos fechados como uma criança com medo do bicho-papão.– Você fica patético assim, Remus. –Disse Bellatrix rindo com o canto da boca e olhando para a figura do homem atirado no chão.Ele se levantou e por alguns segundos observou a comensal de costas para ele, com o vestido negro aberto e segurando os cabelos para cima, para que ele pudesse fechar as vestes para ela.“Ela tenta me matar e agora pede para eu fechar o vestido pra ela?” -Pensava Remus Lupin.
Bellatrix era realmente uma caixinha de surpresas. A maioria má surpresas, é verdade... Mas algumas, nem tão más assim.
- É pra hoje, Lupin.
Ele então com cuidado, puxou o zíper vagarosamente que começava a baixo de sua cintura, e ia atééé em cima. Não durou menos de dois segundos, mas pra Lupin pareceu uma eternidade aquele momento de “intimidade” entre os dois. Afinal, arquiinimigos não costumam fechar a roupa um do outro, costumam?
Ela virou-se e encarou-o
- Pergunta número um: Como sabe onde eu moro? – Questionou Bellatrix.
- Digamos que eu more perto o suficiente para ter te visto essa noite pela janela do seu quarto...
- Anda me espionando, Remus? – Perguntou ela, estreitando os olhos perigosamente.
- Por incrível que pareça, não. Não estou. – Disse ele sentando-se na cama.
- Pergunta número dois: Que raios está fazendo aqui?
- Você já me perguntou isso Bellatrix Lestrange...
- Mas você não me respondeu, Remus Lupin.
- É claro que não! Como quer que eu responda se quando abri a boca você me lançou um Avada Kedavra?
Ela não disse nada. Apenas continuou séria, encarando ele, esperando uma resposta.
- Eu vim te propor um acordo. – Disse Remus.
- Não faço acordos com inimigos. No máximo eu os torturo até eles fazerem o que eu quero. – Disse Bellatrix, com um sorriso sarcástico andando em direção á cômoda e pegando a varinha de Lupin.
Numa velocidade extraordinária, Remus levanta-se e saca uma varinha de dentro de seu casaco.
- Expelliarmus! – Gritou ele.Um fleche vermelho saiu da varinha que remus segurava, atirando longe a varinha da mão de bellatrix.- Accio Varinha. – Falou ele trazendo a varinha dele de volta as suas mãos.- Não pensou que eu viria desarmado, pensou Lestrange? Perguntou Remus com um sorriso igual aos de Bellatrix.
Remus conseguira desarmá-la e pelo menos em curto prazo ela não representava mais um risco pra ele. Ela agora o encarava exatamente com o mesmo olhar do ônibus. Irritada, pegou um vaso de flor que estava sobre o móvel e atirou na direção dele. O vaso voou e ia acertar em cheio Lupin na cabeça, mas ele se desviou fazendo com que o vaso colidisse contra a janela e fosse se espatifar lá embaixo, na calçada do prédio.
- SEU INFELIZ! Como ousa invadir o MEU apartamento, roubar a MINHA varinha e rir da MINHA cara? – Bradou Bellatrix, com olhos furiosos que só faltavam saltar faíscas.
- Duas correções: Não invadi sua casa, o Elfo deixou eu entrar. E a varinha é minha, Bella... – Disse Remus levantando a varinha e mostrando pra ela. – E não se preocupe, já consegui o que queria.
Remus guardou as duas varinhas no caso, e foi andando em direção a porta. Quando passou por Bellatrix, ela o segurou pelo braço.
- Remus. De quem é esta outra varinha?
-Esta? – Perguntou Lupin mostrando a varinha. – Era minha. Usei no meu primeiro ano em Hogwartz, mas depois meu pai comprou esta outra e me deu de natal. Acabei abandonado esta, e por sorte a encontrei no meio das caixas da mudança...
- Posso ficar com ela? Perguntou Bellatrix, como se fosse uma criança pobre, pedindo por comida. – Se eu ficar sem varinha, não poderei lutar na guerra...
Remus pensou, e em seguida respondeu.
- Era exatamente o que eu ia te propor quando você resolveu me atacar: Uma troca de varinhas. Mas já que agora eu tenho a minha de volta, te darei esta com uma condição.
- Qual? – Perguntou ela com receio da resposta.
- Não usá-la contra mim.
- Há! Impossível, Lupin. – Disse Bellatrix, sorrindo.
- Tem razão, Lestrange. – Remus riu também.
Nesta troca de sorrisos os dois se olharam no fundo dos olhos um do outro novamente. Olhares, olhares... O que eles são capazes de fazer com duas pessoas? Seriam capazes de desfazer abismos que as separam?
- Ta olhando o que Lupin? – Disse ela, arqueando uma das sobrancelhas.
Não, definitivamente não são. Bellatrix continuava fria, seca (por dentro e por fora), arrogante, prepotente, sínica, dissimulada, falsa, sarcástica e tantos outros 430 defeitos que Remus, Sirius e James uma vez haviam enumerado para ela. Mas ela precisava ser TÃO ‘Bellatrix’ num momento como este?
- Nada. Estava apenas reparando que desse ângulo – disse ele pegando no queixo da Bellatrix e girando o rosto dela um pouco para o lado – eu diria você fica um tanto quanto... ‘Bella’. – disse ele sério.
- Tira mão de mim seu lobisomem imundo! – Ela disse e deu um tapa na mão dele, tirando-a do seu rosto.Ele começou a rir um pouco. Aproximou-se dela.
- Sabe o que eu acabei de me lembrar? – Disse ele sorrinso – Que você está desarmada mais uma vez...
- Sabe o que eu devo te lembrar? – Disse ela – Que se você tentar me beijar mais uma vez, eu roubo a varinha do seu bolso de novo e não vou esitar em te ma...
Tarde de mais. O que ela ia tentar dizer foi interrompido por outro beijo de Lupin. E não, ela não tentou matá-lo e nem desaparatou com a varinha dele de novo. Ela apenas retribuiu o beijo e o jogou na cama.
O que aconteceu depois? Bem... O depois agente deixa pra depois. Mas depois do depois, Bella acordou sozinha no seu quarto e mais uma vez não tinha certeza se o que aconteceu foi um sonho ou verdade. Tateou novamente embaixo do travesseiro e não encontrara varinha nenhuma, apenas o seu livro. Olhou para o lado e não viu Remus ali, apenas um bilhete que dizia:
“Tudo que acontece uma vez pode nunca mais acontecer, mais tudo que acontece duas vezes certamente acontecerá uma terceira!
R.J.Lupin
P.S.: Não te deixei a varinha por motivos óbvios.”.
“Maldito Lupin!” Pensou Bellatrix, deitando-se na cama sorrindo e adormecendo novamente.
Fim.

8 comentários:

Maria disse...

Muitoo boom o/

Realmente goostei muiito, espero k continue escrevendoo, terei muito gosto em ler-laas..

ºMiss Malfoyº

Gabrielle disse...

Adorei!
nota 10!
continue assim

Hermione disse...

que história perfeita!!!!!!!!
amei!!!!!!!!!!!!
se vc continuar escrevendo eu serei sua fã numero 1
#~Hermione~#

Harry disse...

/o/congratulations

Narcisa disse...

Amei!!!
muito bom!!!
adorei a maneira detalhada de contar histórias!!!!
bjuxxx
quando fizer mais me avisa que eu leio!!
rsss

éa tonks disse...

KARAQKU MTU FODA EU SEIMPRI KI TENTU LER ACONTECI ALGUMA COISA MAIS AGORA EU CONSIGUI LER TDU


ESPERO QUE TENHA CONTINUAÇAO

éa tonks disse...

nhááiin onde vc axou tanta inspiraçao guria eu ja li issu umas duas ou tres vezes precisa continuar

xD

Bellatrix disse...

{Gostei muito dessa também.
*penso>>kra como queria ter essa imaginação toda...=P
Parabéééns.}